terça-feira, 2 de agosto de 2011

O meu clube, primeiro

Domingos Paciência é o primeiro treinador cuja contratação me agrada desde o saudoso Lazlo Boloni. Apesar de ainda não ter cabelos brancos, pelo menos que sejam visíveis na televisão, condição em meu entender quase determinante nos critérios de escolha. Ganhou todos os jogos a feijões realizados desde que foi para o Sporting. A saga acabou no de apresentação, derrota sem apelo nem agravo por três secos, com a caracterização dos últimos anos. Falta de concentração, falta de empenho e falta de criatividade. Foi bom ter acontecido nestas circunstâncias, será mau se não for corrigido para o primeiro jogo a sério.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Televisão em HD


Vi os episódios iniciais do Spartacus. Não porque a lenda me desperte atenção especial, apesar de ser interessado na cultura dos Romanos, uns tipos que foram capazes de construir uma catrefada de coisas grandes há dois mil anos atrás, tinham uma organização de fazer inveja a qualquer uma das sociedades ditas modernas e se deixaram cair de podre até terem um primeiro-ministro que mete o nosso anterior no bolso mais pequeno das calças, aquele onde em tempos se guardava o relógio.

Comecei a ver porque a publicidade mostrava uns corpos desnudos em atitudes provocantes, que não pornográficas. E, efectivamente, nos episódios iniciais as batalhas de sangue computorizado alternavam com períodos de bom erotismo sem cenas explícitas, de modelos de corpos perfeitos, elas certamente e eles acredito que sim. Até renovava a vontade antiga de ter vivido naquele tempo.

Com o passar dos episódios e pelo pouco que tenho visto, as cenas eróticas são cada vez mais breves, ao contrário das cenas de sangue ao bom estilo moderno de tudo criar virtualmente, cuja duração é proporcionalmente superior. Mas os corpos, senhores, esses continuam tão perfeitos que devem ser tratados pelo famoso programa que tornou a pele da Julia Roberts mais lisa do que a de um recém-nascido. Entre isso e os volumes firmes e reluzentes que cada vez mais se vêm nas praias, é cada vez mais difícil a vida de quem não consegue apreciar certa beleza sem se abstrair de toques artificiais.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Do que escrevo

Escrevo sobre tudo aquilo que me der na gana. Em tempos de outras escritas houve quem me reconhecesse vários eus, recordando o poeta grande dos heterónimos. Naturalmente, o único resquício de semelhança esgota-se na personalidade literária múltipla.

Aqui poderão aparecer considerações de índole política, económica, desportiva, turística, bem como disparates hiperbólicos relativos a um qualquer acontecimento. Também podem aparecer textos vagamente romanescos, piegas até, de longe a longe. E piadas parvas.