Não te rias, não agora, há poucas
coisas mais excitantes do que uma mulher nua deitada de bruços, deixa-me
olhar-te bem, sabes que gosto de encher os olhos e tens muitos pequenos
detalhes por onde me possa perder, o formato longo do segundo dedo do teu pé, o
espaço entre esse e o dedo maior, que a minha língua preenche enquanto te
contorces, não mexas esse pé porque sei que queres mais e eu não quero ficar
com um olho negro, os altos dos outros dedos, que percorro agora qual trepador
em contagens de segunda e terceira categoria, espraio-me de seguida ao longo da
linha exterior do teu pé de planta alva, faço um círculo em redor do tornozelo
e prossigo por cima do tendão de Aquiles, que rapidamente se transforma numa
linha imaginária no lugar da costura dos collants usados pelas pin-ups
americanas dos anos cinquenta, chego ao vinco atrás do joelho e deixo que o meu
queixo se afunde entre eles, levantando os olhos para mais uma visão
paradisíaca, o traço rosado e já brilhante, de rebordos escuros, as suaves
elevações simétricas, regresso às depressões suaves que a minha língua afaga em
vários movimentos rápidos, antes de voltar a subir vagarosamente de volta à
linha central, deixo que a respiração profunda assinale o caminho enquanto a
ponta do meu nariz serve de batedor. Termino a lenta ascensão e faço uma deriva
sem pressas para o centro nevrálgico do turbilhão em crescendo. Permito às
minhas mãos abertas o deleite do toque e, sôfregas, elevam um pouco cada uma
das nádegas que sinto enrijecerem. De novo o meu queixo se posiciona sobre o
eixo de reflexão e deixo que os meus lábios em círculo reduzido iniciem um
sopro refrescante de velocidade elevada.
é lá.... :))
ResponderEliminarGM, nem só de bicla vive o Homem ;)
ResponderEliminarIsto é crime!! Vem uma pessoa aqui e deixam-na, como dizer? Huuuuummmm...
ResponderEliminarOlha, deixam-na coiso! :P
Beijocas, Ness. :)
E crime merece castigo, não é Maria? :)
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