quinta-feira, 23 de abril de 2015

Gestos


Mais do que as mamas que se adivinham por trás dessa camisola decotada foi o gesto de puxar o cabelo para um molho por cima das costas, revelando a textura suave da pele levemente dourada por cima dos ombros e a curva longa do pescoço até à covinha de pequeno diâmetro onde a minha língua descansaria, prazenteira e feliz. Aproximar-me-ia pelas tuas costas e deixaria que o meu nariz se encostasse ao de leve ao cilindro do teu pescoço, revelando a respiração profunda, já acelerada pela visão mental dos teus olhos a fecharem e a tua própria respiração em aceleração desenfreada.

Abriria a minha boca e deixaria os meus lábios em círculo de grande diâmetro tocarem a carne morna do teu ombro a meio caminho entra a linha do pescoço e a curva descendente da linha para o braço. Lentamente, os meus dentes aumentariam a pressão sobre a carne. As minhas mãos abertas comprimiriam com pouca pressão a linha côncava acima das ancas e sentiria as tuas mãos em concha a fecharem-se sobre a minha nuca.

4 comentários:

  1. Da mais pura atracção.
    Bonito!

    Beijos. :)

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  2. Olá Maria :)

    Às vezes os meus dedos perdem-se teclado fora :)

    Obrigado pela ousadia :)

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  3. Olha... voltaste!!
    Tenho ainda umas leituras para colocar em dia... mas lá chegarei!
    (ando um pouco arredia da blogo... com pouco tempo mas continuo, teimosamente, a dizer PRESENTE!)

    Beijinhos meu Lindo
    (^^)

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  4. Olá :)

    Vamos a ver se consigo manter-me por cá :)

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Dá mais uma chapada, mas com jeitinho