Mais do que as mamas que se
adivinham por trás dessa camisola decotada foi o gesto de puxar o cabelo para
um molho por cima das costas, revelando a textura suave da pele levemente
dourada por cima dos ombros e a curva longa do pescoço até à covinha de pequeno
diâmetro onde a minha língua descansaria, prazenteira e feliz. Aproximar-me-ia
pelas tuas costas e deixaria que o meu nariz se encostasse ao de leve ao
cilindro do teu pescoço, revelando a respiração profunda, já acelerada pela visão
mental dos teus olhos a fecharem e a tua própria respiração em aceleração
desenfreada.
Abriria a minha boca e deixaria
os meus lábios em círculo de grande diâmetro tocarem a carne morna do teu ombro
a meio caminho entra a linha do pescoço e a curva descendente da linha para o
braço. Lentamente, os meus dentes aumentariam a pressão sobre a carne. As
minhas mãos abertas comprimiriam com pouca pressão a linha côncava acima das
ancas e sentiria as tuas mãos em concha a fecharem-se sobre a minha nuca.
Da mais pura atracção.
ResponderEliminarBonito!
Beijos. :)
Olá Maria :)
ResponderEliminarÀs vezes os meus dedos perdem-se teclado fora :)
Obrigado pela ousadia :)
ResponderEliminarOlha... voltaste!!
Tenho ainda umas leituras para colocar em dia... mas lá chegarei!
(ando um pouco arredia da blogo... com pouco tempo mas continuo, teimosamente, a dizer PRESENTE!)
Beijinhos meu Lindo
(^^)
Olá :)
ResponderEliminarVamos a ver se consigo manter-me por cá :)