terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Novela para maluquinhos das biclas

Ando como se fosse o mesmo que recebeu uma Órbita Chopper como prenda da quarta classe, adiantada porque tinha sido promessa do avô e padrinho, concretizada pela avó não madrinha mas muito mais do que isso. Para quem dá por si a pensar que já não há muitas coisas, materiais ou imateriais, que possam provocar a bebedeira da novidade, nos próximos posts propositadamente curtos deixarei as impressões que tenho tido nos últimos domingos. De seguida fica o início do relato.

Tive a pior bicicleta do grupo desde a altura em que decidi parar a GT rígida, e rígida quer dizer que não tinha suspensão na forqueta logo imagine-se há quantas décadas foi, e comprar um quadro de alumínio com uma forqueta Rockshox que tinha sido boa há muito tempo. Desde essa altura fui melhorando o pouco que era possível e fui fazendo muitos quilómetros, convencendo-me de que o que conta são as pernas, se as houver o material há-de chegar onde as outras chegam.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Começar o ano em grande

Quero fazer-te vir devagarinho, manter-te naquele ponto em que as contrações se sucedem em catadupa, em que te queres mexer descontroladamente mas sabes que isso fará terminar o processo. Não será fácil prender-te para que não o faças, mas eu gosto de desafios difíceis.