Não foi desse que pretendi falar há alguns dias, mas devido às valiosas contribuições das minhas estimadas leitoras que contaram as suas experiências nesse campo senti-me compelido a partilhar também aqui a minha. Foi muito romântico, deixem-me que vos diga, tudo tinha começado algumas horas antes em casa de uma amiga, durante a assistência a um filme, eu estava ao lado da mocinha, cruzei os meus braços, ela fez o mesmo e os nossos dedos tocaram-se no espaço entre ambos. À saída acompanhei-a até casa, éramos todos vizinhos e debaixo de uma árvore com rebentos novos de Primavera, a coberto da noite, trocamos um beijo de despedida. Para mim foi breve, mas deixou-me nas nuvens e fez com que tivesse uma imensa dificuldade em adormecer. O primeiro com a língua foi no dia seguinte, na mesma casa e com a mesma pessoa, foi estranho a princípio mas rapidamente se tornou numa opção a desenvolver. Ainda recordo as tentativas com a boca completamente aberta e círculos desenfreados, ignorando completamente as potencialidades que tal órgão muscular oferece. A bem dizer, só ao fim de alguns anos e na procura de sensações tântricas é que me apercebi do verdadeiro valor da língua durante o beijo.
Tendo a Pseudo falado no assunto numa perspetiva diferente e interessante sob o ponto de vista da experiência, fiquei com a pulga atrás da orelha na tentativa de que ela dissesse quando mudou de ideias. Pelo que lanço agora aqui o desafio para saber quais as primeiras impressões quanto ao uso da língua como potenciador de estados de alma e em que altura se tornou inigualável.
"Pseudo, isso são coisas dos teus segredos, não interessam nada por aqui. Queremos saber é dos outros, nada?" - fim de citação.
ResponderEliminarDos outros, escreverei SE e QUANDO e ONDE me apetecer.
ResponderEliminarMeu querido, ninguém nasce ensinado e saber beijar e aprender todas as potencialidades, prazeres e nuances de um beijo demora o seu tempo.
ResponderEliminarComo já disse no outro post, não me lembro das sensações do primeiro beijo mas tenho a certeza de uma coisa: foi bom de certeza pois deixou-me com vontade de voltar a beijar.
:)
Do teu primeiro beijo só tenho a dizer: coisa mai fofa!!!
ResponderEliminarPseudo, só unzinho, please, please, please!
ResponderEliminarOrquídea, há que saber aproveitar as coisas boas e baratas da vida :)
ResponderEliminarPaixão, nestas, como noutras coisas, às vezes é bom deixar os acontecimentos fluir :)
ResponderEliminarPassei-te um desafio. Deixa fluir e depois responde... ;P
EliminarPaixão, flui, a seu tempo sairá :)
EliminarO beijo é o inicio de tudo... o verdadeiro começo. Já tive namorados que detestavam beijar, que saltavam por cima dos beijos para o que consideravam essencial, mas eu sem beijos não vivo, não funciono.Consigo estar horas a beijar...devagarinho, intensamente, dedicadamente, sem fim e retiro disso um prazer extremo, mágico, chego ao céu, passeio nas nuvens, sento-me nas estrelas... quanto ao resto, o resto é difícil de explicar.:)
ResponderEliminarArquimedes apenas pedia um ponto de apoio para equilibrar e mover o mundo... será que chegou a sentir o ponto capaz de desequilibrar e fazer levitar o mundo?...
ResponderEliminarAC, eu estive para falar de beijos tântricos no outro texto, mas contive-me, mesmo sabendo que haveria apreciadoras do tema :)
ResponderEliminarAmanda, duvido que Arquimedes tivesse passado debaixo daquela árvore, mas lá na Grécia também haverá outras :)
ResponderEliminarO meu primeiro baijo foi atrás do pavilhão C, com o Filipe, o meu primeiro namorado. Ai... suspiro...
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