Gosto do cheiro da terra quente quando molhada, entra pelas narinas despertando metáforas de vales de relva com aroma inebriante, dilatados pelo calor de um sol cujo toque de raios intensos provoca arrepios, suspiros, batidas aceleradas e faz fluir o mel, prelúdio da dança da natureza em ritmos inicialmente calmos e depois em crescendo, ao sabor do aumento da temperatura rumo ao clímax estival que dá descanso aos corpos exaustos.
Estou a ver que o Riquinho inspirou-te :P
ResponderEliminarNão estou a ver a relação :)
ResponderEliminarSó espero é que até lá chova o suficiente para que esses campos de relva não sejam apenas uma miragem!
ResponderEliminar(li este teu texto como se o estivesse a ler em voz alta... e cheguei ao fim quase sem fôlego)
Beijo
Ness, lê um comentário dele, deixado ontem na minha pieguice e já verás a relação / associação de ideias :P
ResponderEliminarPseudo,
EliminarIsto agora de não se poder subscrever os comenários vai dar azo a que nunca ninguém saiba de nada...
(se eu já achava que o Blogspot funcionava mal... agora só me dá vontade de migrar com o blogue para outras paragens)
Orquídea, tens novamente razão. A mudança involuntária não foi para melhor, desta vez. Não sei é porque os blogues não foram alterados todos ao mesmo tempo. Por exemplo, este do Ness ainda tinha essa opção activada quando há horas escrevi os outros 2 comentários.
Eliminar(See you later, from Maroccolandia, right now)
Orquídea, há-de chover, se calhar mais do que se pede.
ResponderEliminar(Ao fim de quê? :P)
Ao fim de ler o texto... dah!!
Eliminar:P
Yupiiii, já choveu hoje, e trovejou e tudo.Cheira a terra molhada, e a campo, e a chuva bate com força nas janelas, sabe tãoo bem, já tinha saudades.
ResponderEliminarAC, por cá não trovejou, mas soube bem a pouca chuva. Já tenho saudades de chapinhar no monte, ficar com os olhos cheios de pó em Fevereiro não é nada normal.
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