Por natureza, todas as crises são férteis em paradoxos. Esta não lhes é alheia, aliás, sendo, muito provavelmente, uma das mais marcantes dos últimos 60 anos, será geradora de uma boa mão cheia deles.
No caso particular da entidade onde passo os meus dias ditos úteis, vive-se um desses paradoxos. Enquanto muitos estão em casa sem o desejarem, os de cá têm dificuldade em respirar tal a carga que têm em cima dos ombros. Também paradoxalmente, ninguém garante que este ritmo não acabe abruptamente num futuro muito próximo.
Mas, enquanto isto se mantiver, eu estarei pouco presente por aqui e pelos locais que costumo observar. Mas com muita vontade de voltar.
Eu conseguiria dizer o mesmo usando 1/3 ou menos das palavras que usaste :P
ResponderEliminar(tinha que respingar contigo :))
Infelizmente assim é... encontramos paradoxos e injustiças ao virar de cada esquina.
ResponderEliminarMas olha, do mal o menos... apesar de sentirmos a tua falta, é preferível continuares a ter pouco tempo para ti e para nós.
Beijinhos tautológicos :)
Sim, Pseudo, eu sei que tu tens tendência para coisas mais telegráficas, assim pontuação desgarrada e isso. E depois, para compensar, usas umas fotografias com bombas de bicicleta a encher uma cãmara de ar esquisita, não percebi bem para quais pneus :P
ResponderEliminarEssa é que é essa, doce Orquídea, digo eu assim a modos de encher pneus :)
ResponderEliminarQue tenhas menos tempo para nós, mas que o resto vá acontecendo...os tempos estão muito difíceis e só pelo facto de irmos tendo trabalho já é motivo de satisfação, cada vez tenho mais amigos desempregados e desesperados porque não conseguem arranjar nada...damn true, and so sad.
ResponderEliminarbeijinho* rapaz missing in action