Não é olhar para os teus olhos verdes imensos, aqueles que
de tanto brilharem em dias de sol intenso me deixam rendido e atordoado.
Não é o teu sorriso quente e alegre, quase ingénuo, não
fosses sempre tão defensiva, que me desarma e me deixa sem argumentos.
Não é o teu cabelo loiro, ondulado, que imagino espalhado
pela almofada em cachos de frescura, onde mergulharia como numa cascata
havaiana.
Não é o tom inebriante da tua voz quando respondes evasivamente
às minhas provocações, deixando a porta aberta para novas investidas mas
lembrando-me sempre que o risco está bem visível.
Tudo isto apenas me tortura.
Aquilo que me custa é, tão somente, nada disto te poder dizer.
Temos moura na costa :P
ResponderEliminarPseudo, moura não, carago! Que um dia a mouraria arde :)
ResponderEliminarEmbora o tenha escrito pouco, sou um rapaz de imaginação fértil.
O impossível, a aventura, o fascínio pelo que não podemos ter, ou não devemos pelo menos...Sei muito bem o que isso é:)
ResponderEliminarbeijinho* rapaz sagitário como eu
AC, isso e uma imaginação fértil e constantemente a levantar voo :)
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