quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Da sabedoria II


Só saberás o que é uma francesinha depois de a teres provado na única zona do país onde são verdadeiras, Porto e arredores. E, mesmo assim, só em determinados locais. A vantagem é que qualquer um dos naturais saberá nomear pelo menos um desses míticos recantos da restauração.

3 comentários:

  1. Hummmmm.....
    "Mas onde é que eu já li isto?"
    hehehe... agora já parecia o Vasco Santana no filme «A canção de Lisboa».

    Adoro francesinhas... mas acredita, o meu estômago já não acha lá muita piada sempre que vou à "Cufra" e acabo por ser uma "Maria vai com os outros" em vez de comer a "minha" maionese de atum!!

    Beijinhos regados com molho de francesinha! :)

    ResponderEliminar
  2. Se isto é para mim, continuo a preferir ser "não sábia" e a comer os meus "rottweillers" do que a ter que ir ao Porto. Aí, só vou comprar almofadas verdes :P

    ResponderEliminar
  3. Orquídea, por vezes pesa no estômago, sim, mas é sempre uma tentação irresistível. Molho de francesinha seria uma bela ideia, mas deve deixar umas nódoas difíceis de fazer sair ;)

    Pseudo, para ti vem uma, duas, três, quantas francesinhas desejares, mas só numa casa credenciada :P És tão preconceituosa :P

    ResponderEliminar

Dá mais uma chapada, mas com jeitinho