Estava o Sr. Ministro Miguel Relvas a falar com Judite de Sousa na TVI. Ouvi com atenção aquilo que disse, enquanto em rodapé, como habitualmente, apareciam citadas as frases mais marcantes. É então que dou um salto na cadeira ao ver escrito "Temos um longo caminho a percorrer mais ainda estamos a começar". Ora a letra i está muito longe, no teclado, quer do a, quer do esse, que curiosamente até estão juntos. Parece-me, pois, que quem redigiu a frase se deixou levar por aquilo que poderei caracterizar como um defeito linguístico do português do Brasil.
Não tenho nada contra o trabalho de cidadãos estrangeiros no nosso país, eu próprio não deixo de parte a possibilidade de me mudar para outro país. Espero, apenas, que sejam competentes.
Então aqui já não se pode aplicar o AO? Se calhar a pessoa escreveu como ouve falar, é uma questão de fonética que facilita imenso e uniformiza a escrita. :P
ResponderEliminarEstás a ver a questão ao contrário, o AO simplifica a escrita, eliminando letras que não se dizem. Não acrescenta onde não é necessário :P
ResponderEliminarEntão explica o acrescento e uso do hífen na palavra "micro-ondas" quando antes não o levava. :)
ResponderEliminarO hífen foi retirado num grande número de situações, casos de eurodeputado ou ultraleve e teve que ser acrescentado a micro-ondas pela repetição do o. E se me dizes que não te chocaria que fizassem juntas então pensa no caso de arquiinimigo. O critério parece-me fazer sentido. Antes que o digas, já não me parece fazer sentido manter o hífen em vice-presidente.
ResponderEliminarNess, o AO não veio simplificar nada , nem uniformizar, porque há demasiadas excepções às regras, como por exemplo, essa que tu próprio apontas. Aprendê-las e pô-las em práctica só vai criar mais confusão. Porque é que uns são obrigados a usá-lo (escolas, instituições públicas, etc, mas outros (tu, eu, empresas, etc) só o fazem se quiserem? Ficava tudo como estava, pois antes todos nos entendíamos. Mas não, há quem goste de complicar.
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